Atualmente as Startups estão sendo caracterizadas pelo enorme potencial em atingir grandes negócios, avançando em suas convicções e valores com o objetivo de trazer alternativas inovadoras para o mercado.

Contudo, é necessário cautela com relação à propriedade intelectual, registro de marcas e identidade visual, bem como a criação empresarial propriamente dita. Em todas essas fases, o acompanhamento jurídico e profissional se torna imprescindível, principalmente quando se fala em Compliance.

Compliance nada mais é do que um código de conduta com mecanismos de controle e políticas internas anticorrupção. A implementação de um programa de Compliance deve ser vista como um verdadeiro investimento, na medida em que torna a empresa mais atrativa e bem estruturada.

Ao mapear eventuais riscos e criar políticas de controles e procedimentos internos, há mais chances de se garantir uma segurança jurídica à atividade desenvolvida pela Startup.

Desta forma, separamos três práticas para o desenvolvimento do Compliance:

1.      Se informe sobre os sistemas regulatórios ideais para a sua área;

2.      Adote um plano estratégico para a segurança da Informação;

3.      Não separe as regras de Compliance da cultura da empresa;

 

Os benefícios são inúmeros, mas sempre é válido ressaltar: uma empresa transparente, além de atrair parceiros e funcionários que possuem os mesmos valores, também apresenta menos riscos de passivos judiciais e extrajudiciais, gerando um valor ainda maior no mercado.

 

E você empreendedor, já aplicou essas dicas em sua Startup?

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